Jul 9

Com o frio batendo em nossa porta, o que mais queremos quando estamos em casa é estar em um ambiente quentinho, gostoso e aconchegante, não é mesmo?!

E para conseguir fazer tudo isso, não é preciso muito investimento nem muito tempo: basta um pouco de criatividade para tornar a casa super acolhedora.

Jul 31

Veja dicas de como utilizar as cubas e como elas podem contribuir com a decoração do banheiro ou lavabo ..

A decoração de banheiros está cada dia mais moderna e inovadora, e boa parte desse avanço é graças às pias e cubas. Em diferentes materiais e tamanhos, elas podem transformar o ambiente e deixá-lo mais agradável. Veja dicas da designer de interiores Denise Alonge e saiba como as pias e cubas podem deixar seu banheiro mais charmoso!

Vantagens das cubas

Segundo a especialista, a principal vantagem que as cubas oferecem está nas particularidades que ela vai trazer ao ambiente.

“Elas possuem características que variam do tradicional ao moderno e são utilizados muitos materiais e formatos para a sua construção”, explica. “Outra vantagem é a versatilidade de criarbancadas mais alongadas, com móvel por baixo, e ainda permitir o uso de diferentes tipos de torneiras, como bica alta, que também se tornam atrativas dentro do espaço criado”, completa Denise.

Já as pias com colunas são ótimas para espaços mais compactos, pois dispensam o gabinete e seu tamanho é suficiente para dar conforto ao usuário.

Cubas mais utilizadas

Denise conta que as cubas mais utilizadas são as que remetem ao formato elíptico de apoio, graças a herança dos anos 70 e 80. “Também as cubas de formas quadradas e redondas são muito usadas em espaços mais minimalistas”, explica.

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Ela ainda afirma que há diferentes tipos de cubas, cujas mudanças podem ser significativas para a escolha e adaptação nos espaços. Veja as principais diferenças:

- Cubas de apoio são instaladas em cima da bancada;
- Cubas de sobrepor ficam embutidas na bancada, mas suas bordas ficam aparentes, acima do tampo;
- As cubas de embutir ficam embutidas por inteiro na bancada.
- Há também a cuba de semi-encaixe, que fica parte encaixada na bancada e outra parte avança para fora da bancada.

Espaço necessário para ter uma cuba

Denise conta que as cubas precisam de espaço para serem encaixadas na bancada e ficarem com a proporção desejada. “Quando usamos a cuba de apoio colocamos a bancada mais baixa também para dar a altura adequada ao usuário. Devemos ter mais atenção com a cuba de semi-encaixe. Nela a bancada será um pouco mais recuada, porém sem planejamento a cuba ficará no meio do caminho do usuário ou até pode atrapalhar a abertura da porta”, pontua.

Cubas na decoração do banheiro ou lavabo

“A estética do objeto deve dialogar com o restante do ambiente. A cuba deve ser escolhida de acordo com a linguagem das outras peças: cor, forma, posicionamento“, aconselha Denise.

Ela completa que, no caso do antagonismo, como por exemplo “uma cuba quadrada cor negra em um banheiro padrão com louças bege, o desenho da bancada, gabinete, iluminação inserida, espelhos, metais devem qualificar objetivamente que o objeto ‘cuba’ não pertence originalmente ao espaço, mas que foi inserido e está presente de tal maneira que, após sua inserção, sua retirada causaria a perda de significado ao ambiente”.

Preço das cubas e melhores materiais

As indústrias sempre trazem novidades em formatos e materiais para cubas e pias. Hoje os mais utilizados são o vidro, mármore sintético e natural, porcelana, cerâmica, inox, água e barbotina, acrílico, silicone e cobre. “Entre as mais baratas, com design elegante e durabilidade temos inox,cerâmica e água e barbotina“, pontua Denise.

Alternativas para o banheiro

As novidades para banheiro não estão reduzidas às cubas, então, se você prefere outras opções, pode escolher entre diversos materiais. “Os lavatórios também possuem os mesmos materiais e durabilidade, além é claro do design. Uma alternativa é confeccionar o lavatório em mármore sintético ou no mármore natural. Acaba sendo um produto personalizado e uma alternativa bacana para pouco espaço”, finaliza a designer.

Consultoria

Denise Alonge – docente do curso de Design de Interiores da Unopar

Fonte: Revista Casa Linda

Confiram alguns modelos de Cubas em nosso Site e inspire-se 

Temos também uma linha completa para a decoração do seu banheiro e lavabo !

Esperamos a sua visita ….

 

Jul 9

É muito comum que os funcionários passem mais tempo no trabalho do que em qualquer outro lugar. Nada mais justo, portanto, do que oferecer a eles um ambiente inspirador e dinâmico. Nos últimos anos, aprofundou-se a tendência de derrubar portas, paredes, divisórias e quaisquer outros obstáculos à livre circulação de ideias num escritório.

Os antigos espaços compartimentados estão dando lugar a salões enormes, abertos e transparentes, que são capazes de abrigar dezenas de profissionais e onde a hierarquia deixou de se confundir com a geografia. Um estagiário pode dividir a mesa com os donos da empresa, por exemplo, sem a menor cerimônia. Todos se veem e compartilham espaços e equipamentos.

O resultado, dizem os adeptos, costuma ser uma relação de trabalho mais integrada e produtiva. “Os escritórios estão mudando porque as exigências mudaram”, afirma Pedro Waengertner, fundador da aceleradora paulistana Aceleratech. “Há uma crescente indistinção entre a casa e o trabalho devido à mobilidade concedida pelas novas tecnologias.

O conforto e uma sensação geral de aconchego são essenciais para as pessoas que trabalham desse novo modo.” No Vilaj, espaço de coworking de Florianópolis, o escritório colaborativo virou um atrativo extra para empreendedores e potenciais empregados. “Quando eles chegam para conhecer nosso ambiente, falam que é um lugar descontraído e no qual querem trabalhar”, diz Igor Chede Collaço, sócio do Vilaj.

Uma pequena ou média empresa pode fazer pequenos investimentos de tempo e dinheiro para tornar seus espaços mais modernos. Exame PME conversou com gestores de aceleradoras e espaços de coworking, além de empreendedores de startups, para entender como eles organizam seus escritórios. A seguir, elencamos algumas ideias.

Mobília portátil

Para criar um espaço flexível, é importante ter mesas e cadeiras intercambiáveis, próprias para ser carregadas para lá e para cá. Há três tipos de mesa como essas que podem ser encontrados em lojas de móveis e decoração — com tampo e suportes dobráveis (para liberar espaço quando necessário), com rodinhas (chamadas de “mesas com rodízios”) e modelos triangulares adaptados para empilhar (que pesam menos de 10 quilos).

No Nós Coworking, espaço de trabalho compartilhado de Porto Alegre, a disposição das mesas pode mudar a qualquer momento. “Na hora de fazer uma reunião, colocamos três ou quatro delas juntas”, diz Walker Massa, sócio do Nós Coworking. “Quem precisa discutir um assunto rápido e não faz questão de privacidade não precisa esperar por um horário na sala de reuniões.”

Quando o Nós Coworking se organiza para receber uma palestra, as mesas são dispostas em forma de auditório. Se há um evento que precisa de mais espaço para a circulação de pessoas, algumas são empilhadas nos cantos. “Além de aproveitar melhor o espaço, a mobília portátil dá mais agilidade ao nosso dia a dia”, diz Massa.

Dança das cadeiras

Assim que uma pessoa começa a trabalhar no Nós Coworking — como funcionário de uma das startups hospedadas no local ou como autônomo —, ela é avisada de que não terá uma mesa fixa à disposição. Em geral, a orientação faz parte de uma política maior que incentiva o trabalho em casa por alguns dias da semana.

Nesses casos, a empresa fornece laptop e smartphone equipados com ferramentas de gestão e comunicação instantânea. Quem faz muita questão de sentar sempre no mesmo lugar corre o risco de ver o espaço ocupado por um estranho amanhã. “Parece inconveniente carregar os pertences de um lado para o outro, mas as pessoas se acostumam a não acumular tranqueiras em cima das mesas e dentro das gavetas”, diz Massa.

Os itens pessoais devem ser guardados na mochila ou num armário coletivo, como aqueles de colégio americano. Em alguns escritórios moderninhos, nem sequer existem gavetas individuais. “Nós recomendamos que os poucos documentos gerados em papel sejam digitalizados e arquivados em serviços online, como Dropbox e Evernote”, diz Massa.

Os adeptos da rotatividade de mesas dizem que isso ajuda as pessoas a conhecer melhor os colegas. “Quando o funcionário está em volta de profissionais que só trabalham na mesma área, sua visão sobre os processos da empresa é limitada”, diz Massa. “Ao juntar gente de diferentes departamentos, o entendimento sobre o trabalho do outro acontece de forma natural.”

Conexão em toda parte

Quando equipadas com sinal de internet sem fio (Wi-Fi), as áreas comuns da empresa podem se transformar em espaços produtivos de trabalho e reuniões. Na Aceleratech, que hospeda sete startups num prédio da faculdade ESPM, empreendedores e funcionários estão acostumados a trabalhar durante parte do tempo usando as mesinhas do café.

“Eu mesmo não tinha mesa fixa até poucas semanas atrás”, diz Waengertner, da Aceleratech. Esse tipo de mobilidade só é possível quando a banda larga do escritório é boa o suficiente para atender à demanda de toda a equipe. “A empresa precisa disponibilizar 2 megabytes por funcionário ou mais, dependendo do setor de atuação”, afirma Luiz Carlos Santin, da consultoria em telecomunicações NextComm.

“O empreendedor também deve se certificar de que as tecnologias contratadas permitem acessar arquivos importantes do trabalho a qualquer hora e em qualquer lugar.” Santin recomenda às empresas abolir alguns armários dos corredores e colocar pufes no lugar. E com muitas tomadas por perto para recarregar notebook, tablet e smartphone.

A sobra de fios esparramados por todo lado pode ser amenizada com organizadores de cabos — pecinhas de plástico ou velcro vendidas em lojas de decoração que prendem os fios em mesas e paredes. Os organizadores custam de 20 a 50 reais em lojas de decoração.

Sem paredes e divisórias

O gaúcho Alberto Blanco, de 46 anos, nunca teve uma sala só para ele na sede de sua empresa de mídias digitais, a Riot, em São Paulo. “Eu prefiro trabalhar junto com o pessoal do comercial, da produção e do design”, afirma Blanco. “É onde as coisas acontecem.” Na Riot, nenhum chefe tem sala própria, não existem baias separando as pessoas, e funcionários de diferentes setores trabalham misturados.

“A minha mesa tem o mesmo tamanho das mesas dos gerentes e dos estagiários”, afirma Blanco. Funciona assim desde a fundação do negócio, em 2006. Hoje, são mais de 250 empregados e Blanco não sentiu a necessidade de mudar o esquema de trabalho. Quem não se adapta não permanece na empresa por muito tempo.

“Queremos jovens multifuncionais e criativos”, diz Blanco. “Eles não podem se fechar em casulos e agir como se o mundo fosse seu quarto.” Os entusiastas da quebra de baias e divisórias dizem que não se trata de modismo. Na opinião deles, os layouts convencionais, com suas separações por status, lembram as pessoas de se colocar em seus devidos lugares todos os dias.

“Aqui tem de ser o contrário”, diz Blanco. “Um funcionário está conversando com outro sobre um desafio. Um terceiro escuta e entra na discussão. Uma quarta pessoa se mobiliza e oferece uma perspectiva nova. Essa efervescência gera nossas melhores ideias e projetos.”

Isolamento para quem precisa

Um estudo recente feito pela Universidade Cornell, de Nova York, mostrou que os trabalhadores expostos ao nível de barulho de um escritório aberto apresentam níveis de adrenalina mais altos que o normal — uma resposta do organismo ao estresse. O que algumas empresas fazem para contornar esse problema é repartir o escritório em duas grandes áreas.

O espaço de coworking Templo, no Rio de Janeiro, tem uma parte descontraída, com churrasqueira, jardim, piscina e pessoas que conversam animadamente em rodas de bate-papo. Mas também tem outra mais silenciosa, própria para tarefas que exigem concentração e disciplina. “Ninguém é obrigado a ficar o tempo inteiro num ambiente ou no outro”, diz Herman Bessler, sócio do Templo.

“A pessoa pode mudar de lugar conforme os afazeres do dia.” Numa pequena empresa, a divisão de ambientes pode ser feita de acordo com as exigências de cada departamento. “Os funcionários do RH, de TI e do financeiro costumam preferir a ala dos quietinhos”, diz Bessler. “Quem trabalha com criação e marketing gosta do lado mais barulhento e agitado.”

Mapa dos crachás

Sabe aqueles adesivos e placas que ficam no alto das portas indicando qual departamento funciona em cada lugar? Na Aceleratech, esse tipo de comunicação visual precisou ser aperfeiçoado. Como as pessoas das diferentes startups (ou departamentos) trabalham juntas e sem divisórias, a solução encontrada foi instalar espécies de totens com fotos, nomes e cargos próximos a cada grupo de trabalho.

Na prática, são mapinhas com o layout do escritório decorados com as fotos dos funcionários e o que eles fazem, como nos crachás. “Quem chega aqui pela primeira vez já fica sabendo quem é quem e não precisa sair perguntando onde fulano e beltrano se sentam”, diz Waengertner, da aceleradora.

“É algo que dispensa o uso de recepcionista para fazer papel de guia.” O mapa também possibilita que os colegas de diferentes áreas se conheçam antes mesmo de precisarem trabalhar juntos. “Muitas vezes chega alguém que eu nunca vi na vida já me chamando pelo nome”, diz Waengertner.

 Ambientes multifuncionais

Com o metro quadrado custando cada vez mais caro, não faz muito sentido deixar cômodos ociosos no escritório. Para quem trabalha numa aceleradora ou em coworking, a sala de reuniões, por exemplo, não serve só para fazer reunião. Na 21212, a mesa dessa sala é uma mesa de pingue-pongue, que serve para entretenimento nos horários em que nenhum encontro de trabalho está marcado.

“Assim aproveitamos o espaço ao máximo”, diz Lacerda. Em algumas startups, a sala de reuniões também se transforma em sala de aula e hackerspace, uma espécie de laboratório compartilhado onde funcionários e convidados fazem experimentos ou apresentações em áreas como artes, audiovisual, robótica e culinária.

Sala de descompressão

TVs com videogame, cestas de basquete, mesa de sinuca, café que vira bar na hora da happy hour, pufes, redes para ler um livro, chão adaptado para andar de patins e skate e grama sintética para jogar futebol. Tudo isso pode caber numa sala de descompressão, lugar que os funcionários usam para se livrar da pressão do trabalho.

A intenção é que a pessoa adentre esse local e esqueça — ao menos por alguns minutos ou horas — que está em um escritório. No Vilaj, coworking de Florianópolis, há um espaço com sofazinhos para descansar ou tirar uma soneca. O cochilo pode acontecer em qualquer horário durante o período em que o coworking funciona, das 8 às 20 horas.

“É muito comum que espaços como os nossos tenham um cantinho da soneca, que pode ficar dentro ou fora da sala de descompressão”, diz Igor Chede Collaço, do Vilaj. “As pessoas não precisam trabalhar estressadas.” Um dilema que o empreendedor costuma ter é se deve gastar dinheiro com regalias como essas ou simplesmente pagar os melhores salários possíveis.

Collaço aponta um aspecto relacionado a economia comportamental para defender os benefícios da sala de descompressão. “Se eu distribuir 15 reais para cada funcionário participar de uma happy hour, não é algo que parece tão valioso e descolado quanto ter um minibar com cerveja liberada dentro da empresa”, diz ele.

Visite o nosso site e veja se tem algo que interessa a você com essas dicas para inspirar..

Fonte: Exame.com

Confiram .. 

 

Jun 26

E com muito prazer que apresentamos o mais novo parceiro da Decorecenter

Um pouco da história da empresa para que entendam:

Há mais de 35 anos atuando no mercado nacional de tapetes e capachos personalizados, a Kapazi está hoje entre as maiores e mais reconhecidas empresas do segmento na América Latina. E essa história teve início no interior do Paraná, a partir de nada mais que um projetor, algumas tintas e um espírito empreendedor.

Tudo começou durante uma festa na república em que morava o Sr. Kapazi, quando ele fez uso de um equipamento emprestado para projetar na parede a imagem da moto que possuía. Querendo que a Suzuki 380 continuasse intacta na parede depois de devolvido o projetor, o então vendedor de produtos impermeabilizantes resolveu contornar os traços do veículo na imagem e pintá-la. Ao ver o resultado, surgiu a ideia de utilizar a técnica para criar tapetes personalizados. A novidade fez com que as vendas aumentassem consideravelmente, e por anos foi assim que ele trabalhou: projetando marcas e frases em cima de tapetes e pintando um a um.

Poucos anos depois, consciente de que o negócio poderia crescer ainda mais, Sr. Kapazi começou um plano de expansão para abrir novos mercados. Através de um modelo de franquias inédito no Brasil até então, levou os produtos até as capitais Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). Ao mesmo tempo, concorrentes começaram a aparecer, e esse novo cenário exigiu o investimento em novos produtos e principalmente em novas tecnologias.

Desde então a Kapazi só cresceu. Atualmente conta com um dos maiores e mais completos catálogos de produtos do mercado nacional de tapetes e os comercializa para todo o País (mais de 200 revendas autorizadas), além de exportar para o Mercosul.

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Alguns dos produtos da empresa que você encontrará em nossa loja

FITAS DE DEMARCAÇÃO DE SOLO

Disponível em diversas cores e usada para demarcação de áreas em geral, como filas de banco, quadras poliesportivas e área de extintores, a fita de demarcação é muito útil, resistente e fácil de aplicar.

Fitas DE DEMARCAÇÃO DE SOLO

TAPETES ALGODÃO DOCE

Indicado para uso residencial, a linha Algodão Doce decora vários ambientes como sala, quarto, banheiro e áreas de uso infantil. Cores modernas que combinam com qualquer ambiente. Sinta o aconchego a seus pés.

Tapetes ALGODÃO DOCE

TAPETES VINIL KAP

São tapetes produzidos em várias cores e em qualquer tamanho. Pode ser vendido em rolo ou em peças personalizadas, liso ou pelo sistema de pintura, vulcanização e ADK.

É um ótimo suporte para o marketing de sua empresa. Indicada para uso comercial ou residencial, áreas internas ou externas, como tapetes de entrada, tapetes com molde sob medida, passadeiras, elevadores, barcos, carros, etc.

Tapetes VINIL KAP

 

Jun 20

A palavra biblioteca remete a um ambiente espaçoso com estantes gigantescas, no maior estilo cinematográfico, mas na vida real sabemos que os cômodos estão ficando cada dia mais enxutos e o local onde você pode guardar seus livros queridos também. Por isso, selecionamos ideias muito bacanas de como arrumar seus exemplares de forma prática e moderna

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A arquiteta Fernanda Pessoa de Queiroz organizou seu apartamento no Rio de Janeiro misturando o clássico e o rústico. Para ter sempre por perto seus livros de arte, eles foram organizados na mesa de centro da sala de estar

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A parede de tijolos deu bossa ao sobrado com espaços vazados que receberam livros e objetos decorativos. O projeto foi comandado pela arquiteta Paula Leonardo, do Studio ML.2

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O caminho para inovar pode ser o mais simples e a arquiteta Gisele Taranto encontrou essa fórmula em um de seus projetos onde deixou diversos livros no chão, ao lado da estante que também estava preenchida

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Estantes verticais da Etel abrigam diversos livros de arte no apartamento que recebeu o projeto do escritório Sá e Cioni, do designer de interiores Gil Cioni e do arquiteto Olegário de Sá. Forma prática de economizar espaço e expor os livros

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A área externa também pode ganhar seu cantinho de leitura como no apartamento do paisagista Odilon Claro. As revistas dividem espaço no aparador com os vasos da horta que ele montou

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Em um projeto do Estúdio Vitor Penha, caixotes de pínus, feitos pela Marcenaria Medeiros, ganharam forma de estante no apartamento. Ideia divertida, em que há como adaptar as caixas ao espaço que você tem disponível

Fonte: Revista Casa e Jardim

Entrem em nosso site e inspirem-se para decorar o seu “cantinho”

Esperamos a sua visita … 

 

 

 

 

 

Jun 18

Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)

O terreno onde foi erguida a Casa Enrolada, em Milyang, Coreia do Sul, exigia um bom jogo de cintura de qualquer construtor. Triangular, estreito e inclinado, não facilitava as coisas para o casal de professores que desejava transformá-lo em um lar capaz de acolher a energia de suas duas crianças.

O provocador arquiteto Hoon Moon considerou o desafio um prato cheio. “Tratava-se de um pedaço de terra incrível. A proporção era dramática e, portanto, acrescentava apelo ao projeto”, conta o profissional de Seul. “O próprio formato do terreno soprava uma energia vital na construção”, acrescenta.
Hoon aproveitou o lote para projetar uma residência que parece enrolar sobre si mesma, como as ilustrações impossíveis do desenhista holandês Mauritus Escher. Contribuem para a aparência descontraída as janelas com formatos irregulares espalhadas de maneira assimétrica pela fachada.Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun / Divulgação)

Nessa parte da morada, faixas brancas marcam as lajes e colunas da estrutura. Além de ressaltar a complexidade do projeto, esse detalhe faz com que o prédio pareça mais alto e profundo do que realmente é. A residência tem 8 m de altura e 99 m³ de área, e é dividida em três pisos. O muro da frente foi revestido com os mesmos materiais da parede – outra estratégia que faz o edifício parecer maior.

O arquiteto aboliu as divisórias no térreo, onde ficam as áreas comuns. Sala de estar, copa e cozinha formam um contínuo, demarcados apenas por seus diferentes patamares. A disposição aumenta o espaço útil e cria um ambiente incomum. Áreas íntimas ficam nos andares superiores.

Dois cômodos em balanço nas extremidades contribuem para o ar divertido e liberam o piso do jardim. Um deles é o quarto de casal.

Uma empena de concreto pintada de vermelho vibrante na face interna envolve o ambiente, enchendo-o de cor. Ali também fica uma escadaria metálica. Descendo os degraus, os moradores chegam a um pavilhão com jardim e mirante. Lá embaixo, a cidade se espalha por todas as direções. Depois de percorrer o trajeto proposto pela arquitetura incomum, a família se diverte com um desses prazeres partilhados pela maioria dos seres humanos: olhar de longe a vida desenrolar seu curso.

Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)Terreno estreito, casa inusitada (Foto: Nam Goong Sun)

Adaptação é tudo na atualidade …

Fonte: Casa Vogue 

Até a próxima !!!

Continuamos esperando a visita de vocês … Entre e inspire-se 

May 19
Uma seleção bem bacana e criativa de revisteiros… para todos os gostos..
Começando por uma seleção de imagens de revisteiros que fossem diferentes.

Produto Exclusivo Decore Center… !!!

 

Criativo!!!!

Prático toda a vida… blog  Vila do Artesão

Revistas pra fazer o revisteiro. Parece piada, hein?
Instruções aqui

Vai dizer que não dá pra fazer com galhos secos? 

Discreto e diferente!
Agora, a segunda parte do post…
A ideia foi usar uma cestinha como revisteiro. Primeiro, vi uma de compras bem antiga no Mercado Livre:
Pela bagatela de RS 85,00.
Ainda com a cisma da cestinha, encontrei essa foto aqui, ó, rodando por aí:
May 13

Impressionante o que hoje em dia esta se fazendo e como a tecnologia vêem evoluindo rapidamente, a ponto de construir uma casa em camadas… quem poderia imaginar isso a alguns anos atrás …

Uma impressora 3D que imprime peças em plástico não é mais uma novidade. Hoje todos os holofotes estão apontados para as impressoras que conseguem imprimir comida, órgãos e… casas!

Parece que não há nada no mundo que não possa ser feito no modelo “camada por camada”.

Um projeto de casa impressa em 3D foi feito em Xangai, na China, pela Winsun. A construtora chinesa mostrou como uma impressora de 6,7 metros de altura — que custa 5 mil dólares — pode produzir paredes inteiras em poucos minutos.

Usando uma combinação de cimento e fibra de vidro como material, a estrutura feita pela impressora custa metade do preço de uma construção convencional.

O mais impressionante é que o material usado para construir as paredes é reciclado de construções antigas. A empresa pretende construir mais de 100 casas na China e transformar o material reciclado em moradias.

O resultado da impressão não vai ganhar nenhum prêmio de arquitetura e também não é tão elegante quanto os projetos de designers que criam conceitos diferentes de casas.

Mas eles colocam um teto sobre a cabeça das pessoas e é isso que importa primeiro.

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Confiram o Vídeo …  

Fonte: Exame

May 5

Trocar o tradicional fogão por um moderno cooktop costuma gerar várias dúvidas. Na maioria das vezes o consumidor não sabe qual tipo e modelo escolher, se poderá usar as panelas que já tem, se haverá aumento no consumo de energia elétrica, entre outras questões.

A principal diferença entre o fogão e o cooktop é que o primeiro é composto por mesa e forno, pode ficar solto ou embutido nos móveis, enquanto o cooktop é exclusivo para cozinhas planejadas e conta apenas com a mesa, onde ficam os queimadores. Isso significa que para ter um destes na sua cozinha, você vai precisar também de um forno elétrico, provavelmente de embutir, além de planejar o espaço e o mobiliário que vão receber os dois novos aparelhos.

Tipos de cooktops

A fonte geradora de calor é o que diferencia os tipos de cooktop. Existem os modelos movidos a gás, que saem de fábrica, assim como os fogões, adaptados para usar o GLP, ou gás de botijão. Há também os modelos elétricos e por indução.

Segundo Renata Dirickson, gerente de cocção da Mabe, empresa responsável pelas marcas GE, Continental e Dako, nos modelos a gás o consumo é semelhante ao que se gasta usando o fogão.

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Já nos modelos elétricos, o calor é gerado por uma resistência elétrica parecida com a dos chuveiros. Os cooktops por indução também são classificados como modelos elétricos, mas nestes casos a fonte de calor é um campo magnético. “Eles funcionam a partir de bobinas que geram um campo magnético, fazendo com que o calor seja provocado nas próprias panelas”, explica Renata Dirickson.

Justamente por gerar um campo magnético, os cooktops por indução não funcionam com todo tipo de panela. Se você escolher um cooktop por indução, vai ter de aposentar panelas de vidro, cerâmica, barro e alumínio, porque nenhum desses materiais é magnético, e trocar por outras com fundo de ferro fundido ou aço multicamadas (ao menos três camadas).

Muitas pessoas escolhem suas panelas para cooktops por indução fazendo o teste do imã: se ele grudar, a panela serve. Mas desta forma não há como saber se há multicamadas. Outra dica é dar preferência para as panelas que tenham fundo plano, e não arredondado, para garantir o aquecimento uniforme.

Para os demais modelos, não há restrições para o tipo de panela, inclusive as de pressão. Uma dica importante é verificar se o cooktop que você quer tem queimadores de tamanhos diferentes, assim pode usar panelas de diâmetros variados. Ou ainda optar por modelos que tenham tanto queimadores tradicionais quanto por indução.

Consumo de energia

Os cooktops a gás usam energia elétrica apenas para o acendimento automático dos queimadores e uma vantagem é que, se faltar luz, você pode usar os velhos fósforos e garantir a refeição. O que não ocorre com os demais modelos. “Todos os cooktops elétricos, sejam vitrocerâmicos ou de indução, utilizam energia elétrica como princípio básico de seu funcionamento”, informa Renata Dirickson.
Os modelos de cooktop elétricos apresentam um consumo de energia parecido ao de aparelhos como o chuveiro, por isso é possível que você tenha um aumento em sua conta de energia elétrica ao trocar o fogão pelo cooktop. Alguns modelos no mercado chegam a consumir 7,4 Kw/h.

Instalação

Como são aparelhos de alta potência, os cooktops por indução precisam, em alguns casos, serem ligados diretamente na rede elétrica, sem o uso de um plugue, e com uma fiação capaz de atender as especificações de potência do produto. A engenheira Renata Leão explica ainda que, nos casos em que é possível usar plugue, a tomada deve ser exclusiva para o cooktop e seguir o novo padrão de plugues certificado pelo Inmetro.

Além disso, a bancada ou nicho onde o cooktop vai ser instalado precisa ser resistente ao calor e ter espessura entre 30 e 60 milímetros. Os manuais de instrução de cada produto contêm também informações sobre a distância que o aparelho precisa ficar da parede e de outros eletrodomésticos. Por isso, uma dica é consultar na internet o manual do produto ainda na fase de planejamento dos móveis da cozinha para evitar a necessidade de pequenas reformas para a adaptação do espaço.

Fonte: BBel Estilo de Vida

Esperamos que a dica seja útil nessa decisão …  Até a próxima

Apr 25

Excelente para dar ainda mais modernidade para sua casa .. É com muito prazer que apresentamos o parceiro Decore Center que traz muitas novidades e modernidade para sua casa, com soluções bem interessantes.

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Confiram:

Hack Aéreo

Rack's Czan - suporte, paneleiro, utensílio cozinha, organizador panela, cozinha industrial

 

Suporte para canecas e xícaras Czan

As linhas de rack’s Czan Slim, podem ser utilizadas com a finalidade de organizar e decorar seu ambiente com suas canecas ou xícaras. Para este formato é ideal solicitar na compra de seu produto, os ganchos deslizantes giratórios, assim você poderá alinhar a decoração na direção que desejar.

 

Rack's Czan - suporte, paneleiro, utensílio cozinha, organizador panela

Suporte para espetos Czan

As linhas de rack’s Czan Slim também podem ser utilizadas para a sua área de churrasqueira, é um excelente produto para organizar espetos e acessórios destinados a preparar um delicioso churrasco.

Suporte para garrafas de vinho ou bebidas em geral

Com a linha Wooden Bar, organizar e decorar sua adega ficou muito mais prático. A Czan fornece módulos específicos para que você possa projetar o tamanho e a forma da organização do seu ambiente.

Rack's Czan  - suporte, adega, organizador garrafa, utensílio cozinha

A instalação do rack pode ser realizada em todos os tipos de teto, inclusive gesso. Para cada um dos casos listamos algumas dicas abaixo:

Aplicação no Gesso

Fixação com Bucha

Recomendado utilizar bucha de fixação para gesso marca FISCHER NYL.K54 100% nylon;
Ideal para fixação em drywall, divisórias e outros materiais de base oca, placas de gesso acartonadas simples, duplas e forro suspenso;
Capacidade de carga por bucha 12 kg, capacidade de carga total do rack 48kg.

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Aplicação em Lage

Recomendado utilizar bucha de fixação 100% nylon com pitão, tamanho N08.

Bucha para Fixação em Gesso - Rack Czan

 

 

 

 

 

 

Outras sugestões de instalação

Realize a fixação do rack em cabos de aço previamente fixados no teto, em caso de forro, o cabo de aço pode ser fixado na estrutura superior do telhado, em caso de lage para suportar grande peso recomenda-se chumbar fixador para o cabo de aço.

Dicas de Limpeza

Para realizar a limpeza do produto revitalizando o brilho do alumínio, não utilize material abrasivo, utilize limpadores de alumínio com o lado macio da esponja e enxague em seguida.

Fonte: CZAN – Desing for Living 

Confiram as novidades em nosso site …

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